A Feirinha do Brás e a incoerência do avareense

A Feirinha do Brás e a incoerência do avareense Fonte da Foto: O Victoriano

A assessoria de imprensa da Associação Comercial de Avaré, que tem como presidente o empresário Cássio Jamil Ferreira, enviou informações dando alerta sobre a instalação de uma “Feirinha do Brás” em terreno particular perto da Praça do Cristo. O presidente da ACIA cumpre seu papel como tantos outros presidentes cumpriram no passado, sempre lutando pelo comércio de Avaré.

O presidente Cassio Jamil Ferreira esclareceu  que “esses comerciantes não recolhem imposto algum, ainda levam o dinheiro da cidade e que, em outras oportunidades, tentaram instalar uma dessas feiras em terreno particular, mas acabaram sendo impedidos pela Justiça.  Desta vez, a informação foi que a Secretaria de Indústria e Comércio de Avaré nem teria sido procurada pelo representante da feira.

Por outro lado, causaram muita estranheza  as críticas de muitos avareenses, tanto na rede social como em outros locais, à atitude da Associação Comercial que luta pelo comércio da cidade, uma vez  que todos têm conhecimento do desemprego que assola a cidade, mas passaram a criticar o comércio local quando, na realidade, deveriam defender, o que não deixa de ser uma incongruência. Sem conhecimento de causa ou sem pensar melhor na cidade onde vivem, criticam o comércio de Avaré sem observar que é aqui que seus filhos, no futuro, vão precisar de emprego e não será em  “Feirinhas do Brás” que  conseguirão. Todo mundo sabe que esses produtos são comprados por grupos de vendedores de São Paulo, que vêm para vender no interior.

Mais que curioso e difícil de entender é o avareense desprezar o comércio local, com críticas ácidas e até quase ofensivas, sem levar em conta que portas de muitos pontos comerciais estão fechando, como a imprensa já noticiou, e devemos considerar que temos um comércio extremamente bom, lojas e magazines com os mais variados preços, fato comprovado por inúmeras cidades vizinhas que procuram Avaré para adquirir suas roupas e outros tipos de produtos, ainda gerando empregos,  mesmo nessa crise que o país atravessa.

Não somos contra alguém se manifestar a favor de certas “feirinhas” que vêm para Avaré, pois é direito de opinião e expressão, mas fica o alerta que, no futuro, quando seu filho ou sua filha bater à porta de uma empresa ou loja de Avaré pedindo emprego, poderá encontrá-la fechada  Afinal de contas, o que estaria acontecendo com o avareísmo?

 

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