A suposta falsa eficiência do transporte escolar em Avaré

A suposta falsa eficiência do transporte escolar em Avaré Fonte da Foto: Divulgação

Chamou a atenção quando a Prefeitura deu a notícia da implantação de um sistema de software que monitora limite de velocidade e que garantiu redução no consumo de combustível; mas o que o prefeito não consegue garantir é um transporte escolar que realmente atenda às reivindicações dos moradores da zona rural, fato que foi parar na tribuna da Câmara recentemente.

São inúmeras as reclamações de moradores que afirmam que o problema de mudança de itinerário dos ônibus escolares complica cada vez mais, além da mudança de horário trazendo dificuldades e cansaço às crianças da zona rural, uma condição que apenas humilha as famílias do campo, enquanto a Prefeitura se vangloriava no corte de gastos trazendo maiores dificuldades para alunos da zona rural.

Com tudo isso, a Prefeitura se vangloria em ter inovado com um sistema que reduz o gasto de combustível para os ônibus escolares; mas o mais importante que seria o bom atendimento aos alunos da zona rural, isso parece não ter importância para a Prefeitura, o interessante é que os custos caíram, sem ser visto o outro lado da questão que é o péssimo atendimento aos alunos da zona rural.

O mais triste para as mães de crianças que ainda aguardam na fila para uma vaga em creches da cidade para seus filhos é ter o conhecimento que o atual prefeito Jô Silvestre poderá terminar o seu mandato sem conseguir pelo sanar esse problema, que não deixa de ser muito sério, isso sem contar de outros problemas ainda maiores que já é de conhecimento público, como o transporte escolar que já foi discutido em plenário. A Secretaria de Educação já revelou e a noticia foi capa do jornal A Voz do Vale de sábado passado, onde afirmam “não temos condições de zerar o déficit de vagas de creches”.

A questão já foi levantada pelo vereador Ernesto Albuquerque em plenário da Câmara, destacando que o problema da falta de vagas nas creches quase chega ao numero de 700, o que se percebe que esse problema parece que nunca foi prioridade para o atual governo, mas também é necessário trazer a público que em governos anteriores já existia esse problema, mas que não chegava ao número hoje anunciado. E a informação é do próprio governo de Avaré afirmando que “nós não temos condições de zerar o déficit e mesmo se não medir esforços isso não poderá ser alcançado nos próximos anos” diz a nota enviada ao vereador, como também ao jornal A Voz do Vale.

São questões como essas que poderão trazer problemas para o setor da Educação de Avaré, enquanto a preocupação maior está centralizada na construção de um projeto que já ganhou o apelido de Arenão do Pantanal. Segundo alguns entendidos sobre educação no município, essa suposta falta de priorizar as crianças que estão sem creches poderá trazer sérios problemas ao prefeito Jô Silvestre, somando aos muitos que ele já tem.

 

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