Advogado Marcelo Aith mostra perseguição sistemática contra jornal

Advogado Marcelo Aith mostra perseguição sistemática contra jornal Fonte da Foto: site

Após ser detido na Operação Fumaça do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaecco) e exonerado sumariamente do cargo que ocupava na Prefeitura de Avaré, o advogado Marcelo Gurjão Silveira Aith, não foi mais visto nas proximidades da terra da agua, do verde e do sol, cidade em que a imprensa tem mostrado um trabalho eficiente.

O fato é que advogado continua acompanhando fielmente o Jornal do Ogunhê, o que deixa esse jornalista muito lisonjeado, por saber que suas notícias extravasam as fronteiras da região e estão sendo lidas até na capital do estado e que é lido por deputados e muita gente que deixou Avaré para trabalhar na capital.

No ultimo dia 05 de fevereiro, em mais uma tentativa de coagir, amedrontar e censurar esse jornal, o advogado ingressou com uma queixa crime contra Wilson de Oliveira (Ogunhê), editor deste jornal.

O interessante que a queixa se baseia em uma matéria veiculada por esse jornal no último dia 30 de janeiro, o curioso é que o advogado, recém-beneficiado por um alvará de soltura e ainda investigado por vários delitos supostamente cometidos, e seus sócios advogados não se atentaram que a matéria não é de autoria de Wilson de Oliveira (Ogunhê) e foi reproduzida na íntegra de outro jornal da cidade e os créditos foram devidamente divulgados no rodapé da mesma, detalhe que a queixa crime e a tentativa de intimidação contra esse jornal poderá não dar certo, pois inúmeros processos (acórdãos) nesse sentido deixam claro que as reproduções de matérias não inserem a culpabilidade de quem a reproduziu, um fator de grande relevância que o advogado não atentou para esse detalhe que é tão comum na pratica do jornalismo.

É importante lembrar a população de Avaré que esse advogado, além dos supostos crimes investigados pelo Gaecco, também responde na justiça uma ação de cobrança por supostamente ter se apropriado indevidamente de R$ 600 mil da empresa Agroex sobre repatriação de valores, matéria que foi veiculada nesse jornal trazendo à tona atos do advogado em questão e que teve importante repercussão não apenas em Avaré, mas como também em toda a região e até fora do país.

Mas o que ainda chama mais atenção ainda é que o causídico, que desconhece a pratica jornalística, em seu processo coloca como testemunha a pessoa do prefeito Joselyr Benedito da Costa Silvestre, o Jô Silvestre, que foi o responsável pela sua exoneração sumária do cargo de Consultor Jurídico da Prefeitura de Avaré.

Entre as testemunhas também outros elementos ligados à Prefeitura de Avaré, o que teoricamente deixa configurado que com tudo que houve como Marcelo Gurjão Silveira Aith em Avaré, não tenha supostamente levado a sério. No teor da queixa crime o advogado de certa maneira ataca este jornalista chegando às raias da grosseria e ofensa, sem perceber que o jornal, e nem este jornalista, não foi quem fez a matéria, mas sim um outro jornal da cidade, como comprovaremos no momento oportuno, podendo então o advogado ter que responder pelos ataques desnecessários.

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