Avaré convive com a imoralidade política

Avaré convive com a imoralidade política Fonte da Foto: Divulgação

Nunca na história um município ganhou tanta fama de que supostamente convive tranquilamente com a imoralidade e isso é o traço que uma cidade pode carregar como um fardo pesado e que não ajuda em nada, muito pelo contrário, teoricamente se vulgariza a cada dia.

Como conviver com a suposta imoralidade cometida pelos vereadores da base do prefeito, que são acostumados a usar desse refrão em seus pronunciamentos, como se o imoral fosse uma válvula de escape, alardeando que certos procedimentos podem ser imorais, mas são legais, quando se sabe que a legalidade é um procedimento que não deixa nenhum resquício de erro, mas a imoralidade, machuca, sim, o indivíduo que participa.

Um simples exemplo de imoralidade que ocorreu recentemente em Avaré e quando se trata de algo na política que reflete apenas na imoralidade, são levados a frente, como se imoralidade não fosse um termo tão agressivo, quando na verdade se trata de um termo muito pesado para quem vive se fazendo de legalista.

E foi assim que o vereador Toninho da Lorsa entendeu o caso do secretário do Turismo, Romualdo Fontes que, como representante da pasta, ainda assume a presidência do Conselho Municipal de Turismo, o que até agora não foi explicado pelo titular da pasta se pode ou não, ou se é legal ou não. Mas se pode tratar-se de uma tremenda imoralidade, como disse Toninho da Lorsa: É a raposa tomando conta do galinheiro. Ele fiscaliza ele mesmo”.

O que é curioso é que o secretário de Turismo já foi cobrado pela imprensa e também por vereador, mas até o momento, a preocupação é mostrar o conceito que Avaré recebeu no Mapa de Turismo Brasileiro, o que não quer dizer que o turismo daqui esteja tão bem qualificado, visto que nada mudou, quando falam das lindas cachoeiras que existem em Avaré, mas que não funcionam, cachoeiras essas levantadas pela imprensa da cidade.

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