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Casos semelhantes já foram arquivados pela Justiça

Casos semelhantes já foram arquivados pela Justiça Fonte da Foto: ilustrativa

Um detalhe muito interessante e que se torna muito comum em Avaré, traduzindo esses comportamentos não apenas de certos advogados que se envolvem na política, como também políticos que abominam a ação eficaz da imprensa de Avaré tentam sempre, através de processos, intimidar jornais, justo por não aceitarem a situação verídica dos fatos publicadas pela mídia.

O mesmo procedimento de suposta vingança contra esse jornal que vem sendo feita pelo advogado que Marcelo Silveira Aith, que foi sumariamente exonerado do cargo de Consultor Jurídico da Prefeitura de Avaré, também já ocorreu com outros políticos, como o caso do secretário de Saúde, Roslindo Machado, que também mostrou ser leitor assíduo deste veículo de informação, a ponto de processar este jornal em Termo Circunstanciado na Seccional de Policia, quando na época a matéria tinha sido repercutida pelo jornal virtual “O Victoriano” e pela notícia que era de grande relevância e de interesse público, o jornal do Ogunhê reproduziu, o que é uma pratica normal desde que se dê o devido crédito a quem levantou a matéria.

 

Outra curiosidade acabou ocorrendo que o secretário de Saúde não percebeu o erro, pelo fato de apenas mirar contra esse jornal, que ele não leu os demais jornais, e resolveu no seu TC apenas apontar culpabilidade no jornal do Ogunhê, fato que não teve êxito.

Outro caso em época remota, o Jornal do Ogunhê reproduziu um programa onde Rodivaldo Ripoli acusava dois políticos de terem roubado um cofre da Emapa, fato que chamou a atenção da cidade de Avaré, visto que foi descoberto que o cofre nem do local foi tirado. Na época, pelo fato do Jornal do Ogunhê ter reproduzido aquele programa de Ripoli, as partes contrarias, além de processarem o radialista Rodivaldo Ripoli, também acabaram por processar o Jornal do Ogunhê.

No acordão a Justiça reconhece não existir qualquer tipo de culpa pelo fato do jornal do Ogunhê ter reportado tudo que na época o radialista Rodivaldo afirmou, pois entendeu o Tribunal de Justiça que o jornal apenas reproduziu um fato narrado, o que não cabe qualquer tipo de punição a quem reproduz uma matéria, vindo à época apenas o radialista Rodivaldo Ripoli e a emissora que trabalhava a responder pelos seus atos.

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