PAPO DE ESQUINA

Jornal do Ogunhe

COSA está abandonado pela diretoria em Avaré

Quem pensa que os problemas administrativos do

Prefeito Jô Silvestre estão sendo sanados aos poucos, estão extremamente enganados, porque o que não está tendo conserto, nem remediado está e entre os muitos um que deve ganhar notoriedade para valer que é sobre o caso do Conselho de Obras Sociais de Avaré (COSA), uma entidade com mais de 40 anos servindo a pobreza de Avaré.

O problema é sério e tudo indica que não está sendo levado com responsabilidade por quem de direito, porque nunca uma entidade como essa passou por uma situação tão humilhante, mesmo atendendo mais de 500 pessoas necessitadas por mês, que estão desamparadas porque o município não consegue atender à demanda.

Para se ter uma ideia de como está o Cosa de Avaré, 8 funcionários estão há mais de 7 meses sem receber o pagamento, mesmo assim não arredam o pé da entidade porque o movimento ainda é grande e a procura também.

A informação é que nem mesmo diretores da entidade já não passam mais por lá e com sete meses de atraso no salário os servidores estão tendo que se virar contando com ajuda de amigos e parentes.

Segundo uma servidora, os funcionários não podem sair do local, porque podem ser punidos como abandono de emprego, mas como entender a situação? O prefeito Jô Silvestre publicou um repasse de verba para o COSA, mas não foi possível visto a um processo no Tribunal de contas (já contado aqui), por falta de pagamento de uma restituição de um presidente que não o fez, e isso tornou impossível a liberação de dinheiro da Prefeitura para a instituição.

Segundo consta, diretores como: Ana Paula Tibúrcio, Roberval Maciel de Oliveira, Daulus Paixão, José Cri, Irmã Elvira, Valter Faria e outros não aparecem na instituição e outra informação que recebemos é que nem mesmo a Secretária da Assistência de Desenvolvimento Social, Érica Alessandra Alves, que tinha o Cosa como a menina de seus olhos, já não aparece mais no ambiente, como revelou uma fonte.

Estivemos no local e observamos que mesmo em situação desagradável os funcionários continuam trabalhando, mas não se sabe até quando isso deverá acontecer, porque até mesmo 8 meses de aluguel do prédio estão atrasados, com água, luz e telefone cortados, sendo que os servidores estão utilizando seus próprios celulares, um descaso que precisa ser revisto ou pelo prefeito Jô Silvestre ou até pelo governo do Estado. 

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