Déficit pode travar promessas do prefeito, diz jornal

Déficit pode travar promessas do prefeito, diz jornal Fonte da Foto: internet

Com dezenas de apontamentos feitos pelo Tribunal de Contas do Estado nos dois primeiros anos de gestão, o prefeito Jô Silvestre pode ter suas contas rejeitadas pela Corte, fato que pode impedir sua candidatura à reeleição. Entretanto, a dificuldade em cumprir as promessas de campanha também pode se tornar um grande desafio para o chefe do Executivo. Isso porque tanto em 2017 quanto em 2018, a Prefeitura de Avaré encerrou o exercício com déficits orçamentários. De acordo com o jornal A Comarca, em seu primeiro ano de mandato, Jô deixou os cofres públicos com um saldo negativo de R$ 5 milhões. Já no segundo ano, esse número saltou para R$ 8,7 milhões.

A falta de recursos acarreta uma série de empecilhos e tem travado o planejamento de Jô quanto às reformas, construções de prédios e melhorias nos serviços públicos. O atraso na execução de obras no atual governo foi mencionado por diversas vezes pelo Tribunal de Contas do Estado. A Corte apontou morosidade em dar prosseguimento à construção da creche no Jardim Dona Laura, além das reformas necessárias em outras unidades de ensino básico.

Mas os problemas não se restringem só a área da Educação. A saúde, por exemplo, tem sido o setor mais negligenciado pela Prefeitura, segundo relatos de moradores. Pelo menos três postos estão em reforma, mas sem previsão imediata para conclusão ou entrega: UBSs do Jardim Brasil e do Bairro Alto e o Centro de Saúde I, conhecido como Postão da Rua Acre.

Por conta das obras, a população está sendo obrigada a se deslocar para outras unidades de saúde quando necessita de algum tipo de serviço médico, fato que resultou no aumento de filas e demora no atendimento dos pacientes.

Em seu plano de governo, Jô Silvestre declarou que teria “dedicação especial à saúde” e se comprometeu a construir um hospital pediátrico.

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