Em Avaré, o caso Emapa se assemelha ao de Itaguaí

Em Avaré, o caso Emapa se assemelha ao de Itaguaí Fonte da Foto: Divulgação

Quem leu a matéria sobre o município de Itaguaí no estado do Rio de Janeiro, onde a Justiça impediu que a Prefeitura gastasse mais de 6 milhões de reais em shows milionários, deverá ter muito mais condições de entender porque muita gente é contra a Emapa do prefeito, Jô Silvestre, aqui em Avaré.

Entendam que as mesmas dificuldades iniciais naquela cidade em que o prefeito deixou patente na imprensa que a Prefeitura não tinha dinheiro para nada, decretando calamidade financeira,  também foi feito aqui em Avaré pelo prefeito Jô Silvestre, que também jogou a culpa no ex-prefeito Paulo Novaes e até mesmo o reflexo no pagamento dos servidores naquela cidade é idêntica à de Avaré, onde até a UPA está em situação idêntica à daqui.

Problemas nas escolas municipais e principalmente o mais importante que foi citado pelo juiz daquela cidade, problemas na rede de saúde do município que, em Avaré, podem ser ainda piores do que na cidade de Itaguaí no estado do Rio de Janeiro. O que se percebe é uma grande coincidência, não entrando nesse mérito o valor dos shows e da estrutura que chegaria a mais de 6 milhões de reais em Itaguaí.

A Justiça daquela cidade entendeu que “A discricionariedade não é uma carta em branco nas mãos do administrador. Toda atuação pública deve ter por norte o interesse público, mormente os direitos individuais e sociais básicos”. Em Avaré, o prefeito Jô Silvestre que vai fazer a festa em dezembro e já está licitando tudo agora; ele precisa vir a público e explicar qual é o interesse público de uma festa gratuita, quando Avaré passa por sérios problemas, como aconteceu na cidade em questão. 

Veja Também