Ex-secretário usa da Tribuna e desmente Estati

Ex-secretário usa da Tribuna e desmente Estati Fonte da Foto: divulgação

O Engenheiro Civil e ex-secretário Paulo Henrique Ciconne  usou da tribuna na segunda-feira, dia 30, e segundo ele, sua presença naquele momento era para esclarecer aos vereadores e avareenses sobre questões apresentadas pelo vereador Estati.

Segundo Paulo Ciconne, no dia 2 de setembro, o vereador Carlos Alberto Estati, apesar de não ter citado o seu nome, se referiu a ele (Ciconne) de maneira desrespeitosa imputando-lhe responsabilidade que nunca foi dele com claro objetivo de desqualificá-lo..

 Esclareceu, também, que se o vereador Estati tivesse usado da tribuna para certamente justificar o seu voto, Paulo Ciccone disse que não estaria usando da tribuna naquela noite e narrou toda a sua trajetória empresarial e como secretário de obras do governo de Paulo Novaes.

Segundo Paulo, representando diversas entidades de peso da cidade, o vereador Estati na oportunidade teria dito que ele não tinha legitimidade para tal, ainda afirmando o vereador que aquilo era uma bomba jogada  para a Câmara e que o projeto era “frajuto”.

Diante da circunstancia, Ciconne afirmou que sempre tratou o vereador com cortesia, ainda lembrando que sempre que foi procurado pelo vereador quando secretário disse tê-lo atendido com muita presteza. Em seguida, Paulo Ciccone explicou o posicionamento principalmente das Lojas Maçonicas de Avaré onde teria sido escolhido como coordenador do grupo.

Disse ainda que o objetivo desse grupo é colaborar cada vez mais com o desenvolvimento do município e discorreu sobre o absurdo de 88 dias de recesso, o que na sua visão significa que os vereadores que não aparecem nesse período na Câmara, gozam de três meses de férias. Lembrou que vereadores tentaram mudanças, como foi o caso de Toninho da Lorsa, que foi voto vencido e a motivação, na ótica de Ciccone, política e privilégios.

Depois de muitas outras explicações e a legitimidade do projeto, Ciccone se dirigiu ao vereador Estati e afirmou que não tinha desaparecido e nem jogado uma bomba na Câmara e que com o voto  em segundo turno o projeto foi arquivado com o seu voto (dirigindo-se a Estati) e com os demais vereadores da base do prefeito que também votaram pelo arquivamento.

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