Jornal do Ogunhê conversou com Canovas sobre B.O.

Jornal do Ogunhê conversou com Canovas sobre B.O. Fonte da Foto: Face

Assim que tomamos conhecimento do ocorrido, o Jornal do Ogunhê procurou, na manhã de ontem, o ex-vereador e político Jair Canovas que passou sua versão, sobre o ocorrido, afirmando que, realmente, procurou o prefeito para uma conversa sobre o assunto da transferência de sua esposa Priscila, que sempre foi excelente servidora pública, mas que, a nenhum momento, teria ameaçado o prefeito de morte.

Canovas afirmou que jamais ameaçaria de morte um jovem que ele ajudou a cuidar desde pequeno, levando-o à escola e que fazia assim também com sua irmã, Bruna Silvestre, quando foi o homem de confiança de Joselyr Benedito Silvestre, quando prefeito. Disse que jamais falaria em matar Jô Silvestre, a não ser politicamente nas urnas em 2020, reforçando que disse a Jô Silvestre que ele era um péssimo prefeito, que nunca teve um emprego e que não servia nem para carregar a pasta do pai que foi um prefeito que muito ajudou Avaré.

Canovas informou ao Jornal do Ogunhê que Jô Silvestre, no boletim de ocorrência, deixa claro, primeiramente, que estava transferindo Priscila por necessidade do serviço, mas, logo em seguida, afirma no mesmo documento policial que a transferência se deu porque Jair Canovas, a todo o momento, se dirigia ao setor em que ela trabalhava, atrapalhando o andamento dos serviços.

Canovas ainda apresentou ao Jornal do Ogunhê, um print do celular de Jô Silvestre, através do sistema de WhatsApp, onde o prefeito às 2:34 horas da madrugada entrava em contato com Sandra Theodoro, secretária da Indústria e Comércio, setor onde Priscila trabalhava, dizendo: “Bom dia, Sandra! Vamos tirar da casa do cidadão a Priscila Canovas. O Jair fica aí na porta falando besteira todo dia junto ao Silso. Vou tirar ela daí, só assim pra ele (Canovas) parar de ficar indo todo dia. OK (temos o print dessa conversa)

Portanto, como conta Jair Canovas, “a transferência de minha esposa Priscila estaria longe de ser por necessidade de serviço, mas sim porque eu a levava todos os dias ao serviço na Casa do Cidadão e o Jô não estava gostando, esquecendo que ninguém poderia impedir o meu direito de ir e vir”.

O que causou muita estranheza ao político Jair Canovas foi o fato de o prefeito registrar um boletim de ocorrência, ainda usando como testemunhas Glauco do Tuta e Ricardo Florido, funcionários comissionados, ou seja, de extrema confiança do prefeito.

 

Veja Também