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Jornal do Ogunhe

Obra do túnel da Rua Alagoas não está paralisada

O vereador Alessandro Rios solicitou na última sessão do legislativo, durante a discussão de requerimentos, um posicionamento sobre a obra do túnel da Rua Alagoas que, segundo informações que recebeu, estaria parada, e que seria do interesse não apenas do Legislativo, mas também da população saber a razão da suposta paralisação.

Para quem não sabe, essa obra esta sob a responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), uma autarquia federal brasileira vinculada ao Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil. Ele é submetido ao regime autárquico comum e foi criado pela Lei nº 10.233 de 5 de junho de 2001, que reestruturou o sistema de transportes terrestre e aquaviário do Brasil, extinguindo o antigo Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER).

É responsável pela manutenção, ampliação, construção, fiscalização, e elaboração de estudos técnicos para a resolução de problemas relacionados ao Sistema Federal de Viação como também do tráfego multimodal de pessoas e bens, nos modais rodoviário, ferroviário e hidroviário.

Depois que o caso foi citado na Câmara de Vereadores pelo vereador Alessandro Rios, a imprensa esperava que a Secretaria de Comunicação viesse a levantar essas informações, para que o prefeito Jô Silvestre não viesse a ser vitima de falatórios ou de críticas infundadas; como já é sabido que o setor de comunicação não demostra preocupação com informações relevantes, o Jornal do Ogunhê resolveu apurar junto a pessoas ligadas a diretores do DNIT.

As informações apuradas são que a obra não está paralisada, apenas está esperando o processamento de duas grandes malha de aço com cerca de 20 metros, que serão colocadas, para assegurar que não venha a ocorrer desmoronamento, razão da espera, portanto, de acordo com a fonte, a obra não estaria paralisada, como se tivesse algo de anormal ocorrendo.

Factoides sobre a obra já estavam se alastrando pela cidade com afirmações de que a Prefeitura não teria pagado uma suposta desapropriação, fato que foi desqualificado por pessoas ligadas à Prefeitura.

Diante desse contexto, fica evidenciado que a Secretaria de Comunicação do município é muito falha, pois pelo menos teria que cumprir sua função, entrando em contato com o DNIT e passando informações à imprensa, para evitar críticas de ordem partidárias contra a obra, o que não deixa respingar no prefeito, através dos leigos no assunto.

 

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