Pedido de direito de resposta pode ser tentativa de intimidação

Pedido de direito de resposta pode ser tentativa de intimidação Fonte da Foto: ilustrativa

Não há muito tempo, esse mesmo secretário usou do expediente de fazer uma suposta denúncia contra uma presidente de partido com o intuito de “colocá-la contra a parede” e fazê-la se intimidar, mas o efeito foi contrário, já que ela, ao ver a jogada do “homem fiel ao Joselyr”, firmou posição e não se intimidou. Temos que dizer, com toda a certeza, que muitas das estratégias desse secretário não têm validade, dando resultados muitas vezes não previstos e indesejáveis, para ele e para o governo que tanto defende.

O que se vislumbra no pedido do secretário não passa de um meio de intimidar este jornalista que, depois de ter trabalhado 8 anos ao seu lado, na emissora do deputado, conhece muito bem os seus métodos, sempre se colocando como “faça o que mando e não faça o que eu faço”. Não pode negar que usa a emissora para defender o atual prefeito e isso é publico e notório, mas continua se perdendo nas palavras, porque sua opinião na emissora é extremamente unilateral, ou seja, apenas o que ele fala é verdade e os outros têm que ter medo dele. Interessante é ele não conta o valor dos processos indenizatórios que já proporcionou à emissora e que não são apenas valores simbólicos.

Comportamento doentio não seria este jornalista que teria, mas sim quem abandonou tudo que falou durante oito anos e passou a trazer versões políticas do governo que hoje defende para a população, um secretário que, teoricamente, perdeu a credibilidade, depois de afirmar por diversas vezes que não dependia de política, mas hoje vive dela e intensamente. Trata-se de uma pessoa que, apesar de ocupar um cargo efêmero, tem mostrado atitudes de quem, em tese, se acha importante e inatacável, a ponto de cobrar dos outros o que, muitas vezes, não faz.

Recentemente, em face de notícias veiculadas de forma parcial, deveria ler no ar em seu programa de rádio um direito de resposta enviado pela Câmara de Vereadores, usou de todas as artimanhas e não leu o texto na íntegra, chegando a desafiar a quem de direito, dizendo “quem disse que sou obrigado a ler isso na íntegra?” O Jornal do Ogunhê não distorce informações, quem faz isso é o secretário de Comunicação que tem um compromisso político e vai ter que cumprir até o fim.

O desnecessário pedido de direito de resposta nada mais é do que um meio de criar um novo foco para que o caso que envolveu o ex-consultor jurídico da Prefeitura, Marcelo Silveira Aith, seja o mais breve esquecido, mesmo sendo chamado “cavalo de troia”, quando sabemos que existem outros assuntos de maior relevância a serem discutidos do que simplesmente um comparativo entre o secretário de Comunicação e um radialista que volta a ganhar notoriedade, o conhecidíssimo Ripoli.

 

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