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Prefeitura faz contrato e SBT veicula entrevista com prefeito

Prefeitura faz contrato e SBT veicula entrevista com prefeito Fonte da Foto: Face

Muitas pessoas têm-se questionado sobre o espaço privilegiado que o Prefeito Jô Silvestre obteve durante um programa de entrevistas do SBT – Jaú, emissora que passou a ter preferencia do prefeito por poucos minutos para explicar o que chamamos de inexplicável.

Levado ao ar no dia 8 de janeiro ao meio-dia, o programa em questão garantiu uma boa tribuna a Jô Silvestre que, infelizmente, não soube aproveitar a oportunidade, já que se perdeu em explicações e mostrou ao público que seu maior feito é apresentar justificativas para o que não fez ou o que deixou de fazer.

Mas, o que mais chamou a atenção, foi de que a entrevista ocorreu exatamente um mês depois da empresa SBT Jaú ter protocolado na Prefeitura uma Nota Fiscal no valor de R$ 4.500,00. O documento fiscal deu entrada na Tesouraria no dia 12 de dezembro, tendo sido endossada pelo secretário de Comunicação. Não estamos aqui afirmando que a entrevista foi paga, mesmo porque o pagamento pode ter sido por outros serviços de caráter institucional.

Aliás, é curiosa a estratégia do secretário de Comunicação que, ao invés de prestigiar a mídia da cidade, prefere gastar dinheiro com a imprensa de Jaú, o que mostra seu nível de compromisso com a cidade; no passado, quando o prefeito da época utilizava as mídias televisivas e não gastava com as emissoras e jornais da cidade era criticado pelo secretário de Comunicação.

Entretanto, não foi verificado pelo secretário de Comunicação é que, o mesmo espaço que Jô Silvestre teve em Jaú poderia ter na imprensa local, mas ocorre que a falta de articulação do secretário de Comunicação faz com que o filho de Joselyr tenha que enfrentar mais de cem quilômetros de estrada para poder achar um local onde alguém o ouça.

Mas, fica o registro do pagamento à emissora do Sílvio Santos que, curiosamente, um mês depois da nota dar entrada, abriu seus microfones para que o prefeito falasse sobre os assuntos que quisesse; um procedimento que sempre foi condenado pelo secretário de Comunicação.

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