Professoras de Avaré prometem um desfile memorável no dia 15 de setembro

Professoras de Avaré prometem um desfile memorável no dia 15 de setembro Fonte da Foto: Divulgação

Lá se vão 2 anos e 6 meses, isso mesmo, 30 meses de atraso no pagamento da progressão de carreira do magistério público municipal, progressão garantida pela Lei nº 216/16 e que é simplesmente ignorada pelo prefeito Jô Silvestre e por seus secretários Ronaldo Guardiano (Administração), Itamar (Fazenda) e Josiane Lopes de Medeiros (Educação). Hoje uma profissional ingressa na carreira ganhando o mesmo que as professoras que estão em sala de aula há mais de 10 anos, simplesmente porque essas professoras têm seus direitos trabalhistas deixados de lado por essa gestão.

No último ano, não houve mais nenhuma satisfação por parte do executivo e a conversa que providências seriam tomadas para o cumprimento da Lei 216/16 foi levada pelo vento apesar das atas de reuniões sobre o assunto que foi assinado pelo prefeito e pelos secretários envolvidos. Não houve providências, não houve ações para ao menos mostrar boa vontade e respeito com as professoras, simplesmente nada, segundo informações colhidas pelo Jornal do Ogunhê.

A classe que nacionalmente é considerada a mais importante para a formação de uma sociedade é tratada pelo prefeito Jô Silvestre com total descaso e desrespeito, professoras de Avaré são ignoradas em seus direitos trabalhistas e enquanto isso percebemos o empenho do prefeito e seus secretários e organizar festas e rodeios mostrando claramente que em Avaré o boi tem mais valor do que o livro, a farra tem mais valor que a formação da sociedade, e vemos que materiais escolares chegam nas mãos das crianças a pouco mais de 3 meses do fim das aulas, uniformes para alguns e para outros não, transporte para alunos de escolas particulares e a zona rural vários dias sem transporte.

Essa é a EDUCAÇÃO do governo Silvestre, escolas sem gás, creches sem EPIs, reformas intermináveis (CEI José Maria Porto), filas e mais filas para matrículas, anos sem entregar material de papelaria, falta de materiais de limpeza recorrente, enfim, descaso, falta de planejamento, falta de competência.

Agora, no próximo dia 15 de setembro, as professoras sabem que não serão autorizadas pela professora organizadora do desfile, que a propósito trabalha no horto e recebe pelo FUNDEB com uma polpuda gratificação, óbvio, e por isso se organizarão ao final do desfile, posicionada após a cavalaria da PM, e mesmo sendo necessário pular as fezes dos equinos, como no ano passado, estarão lá, em número muito maior que no ano passado, pois as camisetas já estão prontas, já sabem do horário, e tem o RESPEITO da população, da imprensa e da própria Polícia Militar, que foi extremamente respeitosa com as professoras ano passado.

Cabe aguardar a postura do prefeito este ano, já que no ano passado Jô Silvestre e seus companheiros desceram correndo do palco para não ver as professoras vestidas de preto cobrando o que é de direito.

 

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