Recesso beneficia base do prefeito e não tem nada com funcionários

Recesso beneficia base do prefeito e não tem nada com funcionários Fonte da Foto: Divulgação

Sem que se entenda o suposto interesse de colocar na berlinda o Poder Legislativo de Avaré, do qual fazem parte, os vereadores da base do prefeito usaram do viés político para colocar em xeque os vereadores de oposição, como se tudo fosse apenas um jogo político.

Pelo que consta não haveria necessidade de um jogo teoricamente baixo, que trouxe uma confusão desnecessária que chegou a, em termos, prejudicar até mesmo funcionários da Câmara.

Ontem, dia 2 de setembro, depois de alguns funcionários da Câmara assistiram à TV do Ogunhê, um deles logo de manhã entrou em contato com a redação para informar o que deveria ser narrado pelos vereadores da base, sobre o que vinha ocorrendo.

Segundo o servidor, informou que embora a TV do Ogunhê esteja sendo um veículo a mais para dar notícias importantes, alguns erros estavam sendo cometidos pela narração, onde envolvia funcionários da Câmara.

Segundo explicação do funcionário, o recesso parlamentar nada tem a ver com os funcionários que, mesmo durante o recesso, seja de quantos dias for, os funcionários continuam trabalhando e explica que o recesso parlamentar é tocante ao que decidem os vereadores.

Olha aí a explicação plausível de um funcionário efetivado que tem os seus direitos levando pancadas com os demais colegas, enquanto os vereadores da base do prefeito, principais interessados num recesso de 88 dias, não saem nem ao menos em defesa do funcionário da Câmara.

Cabe aqui o Jornal do Ogunhê transmitir aos funcionários da Câmara de Avaré nossas desculpas, pois falamos por dois dias, em seguida e nenhum vereador do prefeito se manifestou em defesa dos funcionários, quando acabamos de ter uma informação interessante sobre os funcionários da Câmara, que nada tem a ver com o recesso parlamentar, sendo o recesso o interesse dos vereadores e não dos funcionários.  O que fica registrado nesse episódio é apenas um viés político entre vereadores, onde o interesse desse privilégio nada mais foi do que uma espécie de “ranço” político sem pensar nos que verdadeiramente trabalham que são os funcionários.

 

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