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Secretário de Comunicação começa a provar do próprio veneno

Secretário de Comunicação começa a provar do próprio veneno Fonte da Foto: ilustrativa

Durante a transmissão ao vivo da Do Vale TV na tarde de ontem, o jornalista Marcelo Ribeiro depois de levar ao ar a notícia que envolve o deputado Campos Machado em duas situações, a primeira por supostamente estar envolvido em um caso de 50 mil reais com a Odebrech e agora sobre o envolvimento com cassinos clandestinos em São Paulo, trouxe à tona também o comportamento do Secretário de Comunicação, Zenna Araújo, que desdenhou de forma pejorativa da emissora Do ValeTV.

Como sempre, o secretário de Comunicação usou da emissora de Campos Machado como extensão de sua pasta para, além de desdenhar de uma emissora que vem obtendo os melhores reconhecimentos da sociedade avareense, entrar na vida particular de alguns jornalistas, como aconteceu na semana passada, ao citar que tinha jornalista que vivia à custa da esposa e que dormia até tarde e, em seguida, depois de uma cobrança feita pelo radialista Marcelo Ribeiro, que o prefeito viesse a público e apontasse os jornais que recebem dinheiro de políticos. O secretário, não sendo necessário explicar de quem ele estaria falando já que é de domínio público, disse que tinha jornalista que morava com os pais, como se isso fosse algo de interesse público.

Marcelo Ribeiro fez questão de cobrar essa postura do secretário, ao vivo, fazendo a seguinte pergunta: “O que o secretário de Comunicação teria com a vida pessoal desses profissionais?”. Em seguida explicou ao secretário que ele (Zenna) nada tem com a vida particular das pessoas e que, do lado profissional, pode falar a hora que quiser, mas do lado pessoal não e afirmou que o secretário foi muito infeliz nessa declaração e que deveria se preocupar com sua própria vida e de sua família, pois se for para falar no lado pessoa,l a coisa não ficaria boa para ninguém- argumentou o jornalista da Do Vale TV.

Na sequência, deixou claro que o secretário de Comunicação teria sido o causador do “racha” entre a imprensa e a atual administração, alertando se ele não teria pensado nisso ainda. Foi lembrado mais uma vez pelo jornalista a frase dita pelo secretário de Comunicação onde ele desdenha da Do Vale TV, pejorando a emissora “TV. Se é TV”. O que o secretário quis dizer com isso? - disse;  e lembrou o secretário que a vice-prefeita Bruna Silvestre conhece a Do Vale TV e esteve na emissora mostrando muita simpatia. Deixou claro que a emissora televisiva não tem rivalidade com ninguém.

Marcelinho também trouxe ao conhecimento público que na época do governo Poio Novaes, tudo que ele fazia era ruim e a cidade era um caos. Contou até que, quando Poio ia fazer um carnaval, levava pau. Poio falava que ia fazer Emapa, pau no Poio. Um dos momentos mais importantes, principalmente para quem milita na imprensa, foi quando o jornalista disse que o secretário teria comentado que uma pessoa que não ouve o outro lado é parcial. Nessa, Marcelinho lava a alma da imprensa avareense, porque na época de Poio Novaes o secretário não dava direito de resposta.

Outo questionamento feito pelo apresentador é que, atualmente, “estamos vivendo na melhor cidade do mundo. Uma cidade que não tem buraco, não tem mato alto. Uma cidade onde a saúde é perfeita. Marcelinho esclarece que Avaré está um lamaçal, está terrível a cidade”. Para finalizar, pede ao secretário que não desdenhe da Do Vale TV, porque a emissora respeita e sempre respeitou a atual administração.

Finalizando essa parte do programa deixou claro que fica mantido o desafio ao senhor Prefeito para que dê nome aos bois e diga quais são os jornais que recebem dinheiro de políticos. “Se tem alguém recebendo, eu não recebi o meu”, finaliza Marcelinho brincando com o diretor do programa.

Mas de toda essa celeuma criada pelo Secretário de Comunicação não foi apenas por desdenhar pejorativamente da emissora televisiva de Avaré, mas também pelo fato de, na emissora de Campos Machado, fazer citações preconceituosas sobre quem é bem casado e também ter a infelicidade de deixar uma insinuação sobre aqueles que moram com os pais, como se isso fosse algo pejorativo. Foi preconceito mesmo.

 

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