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Secretário não aceita que suas opiniões sejam contrariadas

Secretário não aceita que suas opiniões sejam contrariadas Fonte da Foto: ilustrativa

Temos tentado de todas as maneiras fazer com que o secretário de Comunicação da Prefeitura de Avaré comece a entender que seu posicionamento como homem público não pode ter tratamento diferenciado pela imprensa, pois suas atitudes mudaram, radicalmente, há 11 meses, após assumir um compromisso político com o prefeito Jô Silvestre, com quem não concordava, chegando a deixar público que, se Jô fosse candidato, ele se desfiliaria do partido, o PTB de Campos Machado.

Atualmente, seu posicionamento além de contraditório já estaria ferindo os ouvidos daqueles que, até o ano passado, eram seus maiores fãs, pelo suposto comprometimento que mostrava ter com a população, agora estando atrelado ao governo que tanto criticou no passado. Essa postura de assumir um dos cargos mais importantes do governo, na pasta de Comunicação é que, teoricamente, vem fazendo o secretário se perder em seu discurso radiofônico na emissora do deputado, mostrando sem qualquer constrangimento que agora tudo pode, mas no governo de Paulo Novaes e de Barcheti não podia. E ainda não quer que suas opiniões sejam contrariadas.

O que não se pode esquecer é que ele foi avisado que, quando assumisse um cargo na Prefeitura, seria torrencialmente cobrado pela sociedade, mas disse estar preparado para suportar qualquer coisa.

Então, não existe motivo algum para que todas as vezes em que seja citado pela imprensa, principalmente pelo Jornal do Ogunhê, venha se fazer de vítima, com ameaças de processos, pois, na verdade, vai buscar guarida no Poder Judiciário em que ele mais bateu em Avaré.

Não podemos compactuar com um homem público que ocupa a emissora do deputado Campos Machado para atacar setores da imprensa que mostram a real situação do governo, a quem decidiu defender, depois dos muitos ataques à família Silvestre.

Defende argumentos, acreditando em sua vã filosofia de suposto radialista que somente tudo o que fala é válido, sem ter mínima noção do que a população (isso mesmo, a sociedade) pensa de seus conceitos jornalísticos de rádio.

Já chegamos à conclusão do que o secretário de Comunicação está pleiteando junto à Justiça – é  justamente aquilo que faz e não quer que ninguém faça contra ele. Quer ter liberdade de expressão, falar o que lhe vem à boca, como grande moralista, não aceitando ser contrariado pela imprensa, sendo que esta, sim, é que tem todo o direito reconhecido por lei, de expressar a realidade dos fatos.

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