Sem equipamento, coletores continuam correndo risco

Sem equipamento, coletores continuam correndo risco Fonte da Foto: Ilustrativa

No último dia 7 de julho, mais um coletor de lixo foi vitimado pela falta de conscientização da população no sentido de acomodar cacos de vidro de forma correta e trazendo transtorno aos servidores da coleta de lixo.

De acordo com uma publicação feita na rede social, pelo chefe da limpeza, Marcelo Vasques (Marcelo Té), o coletor Leonardo Francos dos Santos cortou a perna em um saco de lixo.

A situação é mais um alerta para que a população não descarte objetos cortantes, agulhas, vidros ou qualquer outro material semelhante no lixo domiciliar.

Marcelo Vasques (Marcelo Té) está com razão e indica que os objetos que podem ocasionar este tipo de acidente devem ser embalados, identificados e descartados separadamente do saco de lixo. Vidros, por exemplo, devem estar embalados em papel resistente ou dentro de caixas com indicações de material cortante.

No entanto, a matéria teve uma boa repercussão e houve aqueles populares que, através de e-mail, informaram que esse tipo de cobrança feita pelo funcionário não deixa de ser certa, mas afirmam alguns que, a observação que vem sendo feita pela população é que os coletores de lixo trabalham sem qualquer tipo de proteção, sem botas e sem calça grossa, o que não acontece em outras cidades.

Recomendaram que a Prefeitura, depois de muitos acidentes já noticiados envolvendo os coletores, entregue uniforme adequado para esse trabalho e exija seu uso. Há servidores trabalhando de bermuda e tênis, o que não é apropriado para esse tipo de serviço.  Enquanto falta uniforme para os coletores que se comprometem com o perigo, gasta-se $ 5.000 reais em viagens sem qualquer explicação.

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