Toninho da Lorsa fala sobre o caso Jardim Califórnia

Toninho da Lorsa fala sobre o caso Jardim Califórnia Fonte da Foto: divulgação

Depois de usar a tribuna para falar sobre o bairro Jardim Califórnia, defendida pelo cidadão Ricardo, mais conhecido por Ricardinho, o vereador Toninho da Lorsa trouxe à tona uma informação de grande valia; segundo ele, essa obra já era para ter sido iniciada há muito tempo.

Toninho da Lorsa alertou que não foi a oposição que prometeu que a obra do Jardim California iria começar logo após as eleições. Quem anunciou a obra foi a base do prefeito.

Toninho também deixou claro que oposição é uma coisa saudável, pois se não existisse, o prefeito não teria ligado a Vila Esperança à Água Branca e inaugurado, ainda que sem calçada e iluminação, esclareceu o vereador Toninho da Lorsa. Esclareceu também ao vereador Estati que não existe nenhum tipo de picuinha e que cada um pode trabalhar do jeito que quiser.

Toninho fez questão de lembrar que o pai do prefeito continua com problemas na Justiça e que agora, nao aparece um vereador sequer para bater na costas para ser solidário. Ele fez questão de lembrar que agora quem está sofrendo consequências judiciais e que não se sabe se vai ter algum vereador respondendo junto é prefeito Castelo.

Toninho disse que quantas derrotas forem necessárias haverá e reafirmou que se for para defender a sociedade terá muitas outras e disse que foi perdendo e perder é normal porque a Justiça não é uma ciência exata, porque quem perde é a população e, se nada fizermos, essa prática vai se perpetuar e quem perde é a cidade.

Para finalizar, mais uma vez explicou que não era nada contra o prefeito, tanto que foi o prefeito que solicitou a ajuda da Câmara. Foi um pedido do prefeito e afirmou que tudo estava sendo distorcido. Toninho chegou a dizer que alertou a Procuradora que o caso poderia chegar à administração atual. Finalizando, disse que ter uma liminar perdida é normal, o que não é normal escutar o que os vereadores escutaram nessa sessão, onde Paulo Ciconne mostrou a vergonha de um parlamento ter três meses de folga. Para Toninho da Lorsa, a Câmara teve a chance de modificar a história se não tivesse arquivado o caso do recesso parlamentar.  

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