17 de outubro

A Secretaria de Comunicação continua perdida e colocando o prefeito Jô Silvestre em situação cada vez mais difícil e complicada, com argumentos que se contradizem no final de cada discussão.
  Não existe nada de estranho na declaração do vereador Estati, pois o encosto do prefeito até mesmo a sociedade parece saber, depois do termo usado contra o vereador que ele teria “prevaricado”.
  Companheiros de Estati se fazem de inocentes, mas eles sabem de quem é a “caligrafia” que foi colocada contra ele mesmo sendo da base do prefeito, a quem ele continua defendendo com unhas e dentes.
  O que vem chamando a atenção da população é a notícia da placa que a Prefeitura colocou na área de 68 alqueires, como se ela fosse já proprietária da fazenda, sem anunciar que o caso está sub judice.
  Ninguém é dono de uma propriedade enquanto a mesma não estiver passado pelos trâmites legais e aqui em Avaré a Prefeitura parece que dá péssimo exemplo nesse sentido.
  Por falar em péssimo exemplo, o prefeito Jô Silvestre vai ter que explicar ao MP o fato de aceitar uma caução da empresa Samor, que teria sido feita em cheque, quando, segundo a lei, isso não seria permitido.
  Toninho da Lorsa disse em plenário que toda semana tem uma novidade que coloca o prefeito em saia justa, chegando a solicitar dos vereadores da base para que prestem mais atenção às atitudes de Jô Silvestre.
  Dizer que o caso dá área de 68 alqueires que está sub judice e que a Prefeitura afirma ser proprietária isso sim é que beira a um sensacionalismo barato e que induz a população a acreditar em um Fake News.
  Vem denúncia brava, possivelmente contra o prefeito Jô Silvestre e alguns de seus fiéis escudeiros. Pelo menos, foi o que anunciou o vereador Ernesto, na última sessão, e que se trata de coisa séria mesmo.