Câmara externa incoerência ao exigir comprovante de vacina

Câmara externa incoerência ao exigir comprovante de vacina Fonte da Foto: Divulgação

Como bem sabemos se o legislativo avareense, realmente, estivesse preocupado com os deveres coletivos, os nossos ilustres edis, apresentariam um projeto de lei  temporário de passaporte sanitário no intuito de restringir a entrada e permanência de pessoas não vacinadas em locais fechados como boates, baladas, bailes, shows, circo, teatro, cinema, festivais de eventos, estádios de futebol e campeonatos esportivos, clube social, piscina e sauna, não estendendo ao comércio em razão do prejuízo da liberdade econômica, seguindo as recomendações da ciência e também uma forma de incentivar os faltosos a tomarem dose de reforço.

Já é sabido que o mês de novembro teremos liberalizações excessivas, entretanto devemos continuar sendo cautelosos com os protocolos sanitários como o uso da máscara, álcool em gel, lembrando que todo o cuidado é pouco a pandemia não acabou, o vírus é uma realidade, veio para ficar, teremos que aprender a conviver com ele, será endêmico de tempos em tempos, os países pobres ainda não se vacinaram e podemos ter novos riscos de variantes. 

Portanto, a Câmara deve legislar com responsabilidade e equilíbrio jurídico no intento de respeitar os consagrados diretos e liberdades individuais, sem colocar em risco os deveres da coletividade, que assegura o direito à vida, saúde pública e dignidade da pessoa humana.  Embora a liberdade humana seja um direito bastante consagrado como dizia José Bonifácio os princípios liberatórios só se perde com a vida, não existe outro regime melhor para viver se não o regime de liberdades, por outro lado a liberdade entre o forte e o fraco oprime, prevalecendo a lei, liberdade presume responsabilidade, ser liberal como dizia o saudoso Milton Friedman é ser responsável, democracia é o governo do povo, mas é para um povo de Deuses.

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