Com GAECO e Polícia Federal no encalço, CPI começa a andar

Com GAECO e Polícia Federal no encalço, CPI começa a andar Fonte da Foto: Ilustrativa

Precisou o GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e a Polícia Federal entrarem em ação para tirar de gaveta e fazer andar de verdade a CPI que investiga o suposto superfaturamento da compra de quase um milhão de reais em sedativos para intubação por Covid-19 pela a Prefeitura de Avaré.

A denúncia foi primeiro publicada pelo Jornal do Ogunhê, quando divulgou que em maio deste ano a empresa Union Med Hospitalar Distribuidora de Medicamentos Ltda. fez uma venda milionária para a Secretaria da Saúde. Na época, o caso virou notícia até na TVTEM e o secretário Roslindo chegou a confirmar ter pago mais caro pelo medicamento, em entrevista à Do Vale TV.

O GAECO pediu a abertura de um inquérito pelo MP, que já intimou pedidos de explicações para a Prefeitura, para a empresa e também para a Câmara de Avaré, causando mais um constrangimento para Flávio Zandoná.

Quando a denúncia veio a público, a Câmara abriu uma CPI que ficou em “banho Maria”, comanda por Carla Flores que abandonou a investigação para viajar para Russia com despesas pagas pelo contribuinte, um caso até hoje sem explicação. A CPI, que conta somente com pessoas ligadas ao prefeito, finalmente começou a se movimentar, mas ainda tem muito a ser explicado, melhor ainda se for sob o olhar atento de policiais federais. 

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