Conselheira perde ação contra Jornal do Ogunhê em Avaré

Conselheira perde ação contra Jornal do Ogunhê em Avaré Fonte da Foto: Ilustrativa

Causou estranheza o fato da conselheira tutelar Gislene Cristina Paulo Hersoguenrath ter entrado com uma ação indenizatória contra o Jornal do Ogunhê, com de pedido de mais de 40 mil reais, alegando fatos como que seria um processo que corria em segredo de Justiça, quando a Prefeitura havia afastado a conselheira de sua função.

O Jornal do Ogunhê publicou duas matérias em sua defesa, cobrando da Prefeitura a sua reintegração na condição de conselheira e Gislene Cristina Paulo Hersoguenrath sentiu-se ofendida, quando era defendida pelo próprio jornal, um fato que merece ser melhor explicado pela conselheira Gislene que, além de não procurar o jornal para agradecer, fez ao contrário, moveu uma ação indenizatória contra o Jornal do Ogunhê.

A estranheza maior é que as matérias publicadas em seu favor não geraram nenhum ato ilícito contra Gisele pois, a nenhum momento, o jornal fez referência negativas contra a conselheira, nem mesmo levando ao conhecimento dos leitores os motivos de sua demissão.

O editor do Jornal do Ogunhê entendeu como uma suposta jogada, no sentido de usar do Poder Judiciário de Avaré para, em tese, conseguir levantar uma indenização, possivelmente para prejudicar o jornal em favor de alguém, já que, com a notícia, ela conseguiu voltar ao trabalho, quando então teria por obrigação ter comparecido à redação para agradecer, mas preferiu fazer o contrário.

O fato é que a Justiça de Avaré entendeu não ter existido nenhuma ofensa contra a Conselheira e que o Jornal apenas publicou um acontecimento em que não aponta nada que pudesse ofender a honra da Conselheira, portanto julgando improcedente a ação de Gislene Cristina Paulo Hersoguenrath contra o Jornal do Ogunhê aqui em Primeira Instância.

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