CPI da Covid precisa explicar sumiço de ex-servidor

CPI da Covid precisa explicar sumiço de ex-servidor

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Foto Fonte: Divulgação

Como a CPI da Covid de Avaré é presidida por Carla Flores, que no meio das investigações viajou com dinheiro público para a Rússia e até hoje não trouxe nenhum resultado, sendo ela uma pessoa da base do prefeito Jô Silvestre, para muitas pessoas não é estranho que os rumos da Comissão deixem muito a desejar.

O fato mais extraordinário foi a oitiva oculta, onde a bancada da oposição e a imprensa não foi avisada, e no qual o ex-servidor Juarez Marchetti foi ouvido por videoconferência, no qual ele explicou muito pouco, disse ter errado ao assinar notas sem o recebimento total dos medicamentos e contradisse depoimento de outra funcionária.

Foram muitas lacunas deixadas por Marchetti, que a CPI não apurou com firmeza, encerrando a sessão com rapidez antes da chegada dos demais vereadores que queriam muito inquirir esse “pivô” da CPI. A principal pergunta, que a CPI deveria responder: por que Juarez Marchetti se demitiu da Prefeitura em julho? E por que ele viajou à França em plena CPI que investiga denúncias seríssimas de sobrepreço em compras de medicamentos e que chamou a atenção até do GAECO?

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