Já era previsto colapso no Pronto Socorro, por falta de médicos

Já era previsto colapso no Pronto Socorro, por falta de médicos Fonte da Foto: Ilustrativa

O compromisso da imprensa sempre foi informar e esclarecer alguns assuntos que certos políticos tentam jogar para debaixo do tapete e que conseguem segurar o máximo que podem e, quando descobertos e criticados pela imprensa, ameaçam com processos como se por isso setores da imprensa não possam usar da liberdade de expressão para esclarecer o que há tempos estamos vendo acontecer naquele Pronto Socorro.

O que vem ocorrendo no Pronto Socorro é um fato que não começou agora, já que o calapso no atendimento já tinha sido publicado por setores da imprensa, pois reclamações já vinham desde o início da pandemia, ao ponto da coordenadora do Pronto Socorro Andressa Machado, agora chegar a se demitir do cargo, por falta de médicos, sendo que, segundo ela, já teria tido que atender sozinha alguns dias, chegando à exaustão, como conta uma enfermeira.  Mas como já registramos aqui, o que mais chama a atenção é que somente agora no segundo tempo da jornada é que resolvem abrir o jogo e trazer a público que não tem médico, quando o Pronto Socorro deveria estar com 5 ou 6 médicos fornecidos pela empresa, sendo que isso já vinha ocorrendo há tempos.

Por diversas vezes, o Jornal do Ogunhê apontou péssimo atendimento no Pronto Socorro, por falta de médicos, já que o trabalho das enfermeiras não é o caso de críticas, as quais fazem de tripas coração para cumprir com dignidade a sua função, mas enquanto isso, o Secretário de Saúde, Roslindo Machado, para defender o indefensável, mesmo sabendo da falta de médicos, sem citar nomes atacava este jornal, afirmando que a denúncia do jornalista não procedia.

Mas desta vez, quando sua filha a Andressa Machado chegou ao ponto de pedir demissão do cargo, essa atitude mostra que não estávamos errados desde o início de nossas críticas, pois fontes de dentro do Pronto Socorro nos contavam o drama da falta de médico. E o pior ainda deverá vir pela frente, já que a médica Andressa Machado, que era coordenadora tinha por obrigação a notificar o Secretário de Saúde, Roslindo Machado, da situação que estava ocorrendo no Pronto Socorro, vindo o local entrar em colapso por falta de médico.

O que não está batendo nessa conta é o fato de Andressa Machado ser coordenadora dos médicos do PS, sendo que o seu pai que é Secretário de Saúde e até o prefeito Jô Silvestre que tinham ciência da falta de médico, já teriam mesmo assim repassado quase que 2 milhões para a empresa, quando deveriam, como outras cidades fazem que é romper o contrato com a empresa pela falta do cumprimento da apresentação de 5 ou 6 médicos. Pois é prestem atenção quando a imprensa foca em certos assuntos que envolvem a saúde de Avaré, é porque queremos que fatos como ocorreram esses dias no PS não ocorram.

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